Repercussão do vídeo do deputado Nikolas Ferreira, força recuo do Governo Lula sobre monitoramento de PIX.

Um vídeo do Deputado Federal Nikolas Ferreira (PL/MG) criticando a norma da Receita Federal, que monitoraria movimentações financeiras acima de R$ 5 mil, tornou-se viral e ultrapassou a marca de 200 milhões de visualizações apenas no Instagram. Este marco consolidou o vídeo como o mais visto da plataforma, ultrapassando artistas de renome mundial como Bruno Mars (176 milhões), BTS (188 milhões) e Anitta.

Na tarde desta quarta-feira (15), o Ministério da Fazenda e a Receita Federal anunciaram que irão recuar da medida, uma decisão que parece ter sido fortemente influenciada pela repercussão gerada pelo vídeo. Durante o anúncio, Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, visivelmente revoltado, agradeceu à imprensa, que classificou como “parceira”, e acusou opositores de serem “criminosos inescrupulosos” por utilizarem a normativa como arma política.

O impressionante engajamento do vídeo, aliado ao recuo do governo, demonstra que o conteúdo trazido pelo deputado mineiro está embasado em fatos e reflete o sentimento de grande parte da população, que se identificou com as opiniões expressas.

Esse episódio levanta questionamentos importantes. Ao invés de atacar os opositores como propagadores de “fake news”, o governo poderia avaliar internamente se suas decisões e narrativas não estão cada vez mais distantes da realidade da população. Além disso, os leitores devem refletir: se a regulamentação da internet, defendida pelo STF e pelo governo Lula, já estivesse em vigor, será que esse vídeo teria alcançado as pessoas? Será que a pressão popular que forçou o recuo seria possível?

É evidente que, por meio da imprensa tradicional, que o governo classifica como “parceira”, essa informação dificilmente chegaria à população com a mesma amplitude e impacto.

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