Emília vota junto com Elber Batalha (PSB-Partido Socialista Brasileiro) em prol da causa LGBTQIA+
Em votação que ocorreu em julho na Câmara de Vereadores da capital sergipana, sobre o Plano Municipal de Cultura de Aracaju, a candidata do PL votou pela manutenção do financiamento de “grupos populares” que inclui a comunidade LGBTQIA+
O Plano Municipal de Cultura destina verba para artistas e populares, todos de maioria absoluta de esquerda. O projeto é como uma Lei Roanet Municipal, isto é, uma teta.
Isso quer dizer que uma teta gorda advinda dos impostos dos Aracajuanos serão destinados não somente a artistas, mas também a “grupos populares” que inclui movimentos da causa negra vitimista e da causa LGBTQIA+ pelos próximos 10 anos. O projeto passou pelo voto decisivo de Emília Corrêa, candidata do PL, que se diz de Direita. O vereador Pastor Diego (União Brasil) votou contra o ponto específico desses grupos, mas Emília preferiu seguir Elber Batalha (PSB) e deu o voto decisivo para o projeto ser aprovado e ir para sanção.
O fato não somente mostra as prioridades da atual gestão de Edvaldo, que pretende continuar com Luiz Roberto (PDT), mas também a posição de Emília Corrêa, que tem pretensão de ser prefeita. Ambos, demonstraram com esse projeto que a prioridade da prefeitura não deve ser saúde, educação e segurança, mas financiar grupos de extrema esquerda e artistas de mamadeira.
A posição da candidata do PL contraria a ideologia de seu partido e contradiz seu discurso de defender a família e os bons costumes.
Será que os cristãos que apoiam ela para prefeita, sabem deste fato?